Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
Teresa Guilherme
Recentemente o seu sorriso parece transfigurado. Com isto não sugiro que o sorriso – mandíbulas, queixo, dentes – se tenha aproximado das proporções humanas, apenas lhe descubro um novo brilho que me poderia desarmar, não fosse eu desalmado.
Parece que se casou e encontrou amor. Parece-lhe a ela. Perdoem-me a suspeita, mas mulheres ricas e poderosas podem encontrar o amor, mas já o amor encontrá-las fica muito complicado se forem feias, ou equinas dado o caso. Uso o benefício da dúvida e lembro-me que o amor é cego, no mínimo míope: querer casar com o Jay Leno português (por serem da televisão e terem queixos descomunais, mais nada) pode ser afinal tudo uma questão de dioptrias.
Os delitos a requererem justiça (sentidos na pele - requeiro vingança), são muitos e alguns antigos. Misticismos vomitivos, maquiavelismos casamenteiros, sodomices e gomorrices, ou até a correspondência à fase menos boa do Manuel Luís Goucha constituem a ponta de um iceberg de proporções maxilo-guilhérmicas.
É culpada. Será aspada.
Nos seus últimos reality-shows foi voyeur descarada, mas a Teresa não merece o requinte fonético do francesismo: foi descarada, mirone descarada. Voltarei o feitiço contra a bruxa e tudo farei para que se inscreva num desses novos programas bigbrothericos em que participam celebridades. Se o suplício de ouvir a Júlia Pinheiro num auricular não me satisfizer, esperarei por mais resultados clássicos. Abençoada tensão sexual destes espaços fechados e vigiados: um mês depois do programa será José Eduardo Moniz o padrinho de casamento da Teresa com o Zé Maria.
Parece que se casou e encontrou amor. Parece-lhe a ela. Perdoem-me a suspeita, mas mulheres ricas e poderosas podem encontrar o amor, mas já o amor encontrá-las fica muito complicado se forem feias, ou equinas dado o caso. Uso o benefício da dúvida e lembro-me que o amor é cego, no mínimo míope: querer casar com o Jay Leno português (por serem da televisão e terem queixos descomunais, mais nada) pode ser afinal tudo uma questão de dioptrias.
Os delitos a requererem justiça (sentidos na pele - requeiro vingança), são muitos e alguns antigos. Misticismos vomitivos, maquiavelismos casamenteiros, sodomices e gomorrices, ou até a correspondência à fase menos boa do Manuel Luís Goucha constituem a ponta de um iceberg de proporções maxilo-guilhérmicas.
É culpada. Será aspada.
Nos seus últimos reality-shows foi voyeur descarada, mas a Teresa não merece o requinte fonético do francesismo: foi descarada, mirone descarada. Voltarei o feitiço contra a bruxa e tudo farei para que se inscreva num desses novos programas bigbrothericos em que participam celebridades. Se o suplício de ouvir a Júlia Pinheiro num auricular não me satisfizer, esperarei por mais resultados clássicos. Abençoada tensão sexual destes espaços fechados e vigiados: um mês depois do programa será José Eduardo Moniz o padrinho de casamento da Teresa com o Zé Maria.
Comments:
<< Home
xiiiiiiiiiiii a teresa o jay leno português! que boa! nunca me teria lembrado dessa comparação hihihihihihihihihi, coool!
Enviar um comentário
<< Home

